O blog
!♥Este blog foi feito com o objetivo de criar uma
esoécie de terceiro caderno de português.
Nele aparecem postagens sobre as coisa mais
interessantes da literatura brasileira ♥
terça-feira, 29 de maio de 2012
Walcyr Carrasco
Walcyr Carrasco nasceu no interior de São Paulo, na cidade de
Bernardino de Campos, em 2 de dezembro de 1951.Dedicou-se sempre a
escrever. Em televisão apareceu em 1989, assinando a novela: 'Cortina de
Vidro", no SBT. Depois foi para a TV Manchete, mas como tinha contrato
com o SBT. assinava com o pseudônimo de Adamo Angel. Para a Manchete fez
as novelas;"Rosa dos Rumos";"Filhos do Sol";"O Guarani"; "Retrato de
Mulher"; "Xica da Silva";"Fascinação". Mas a novela ,"Xica da Silva"
fez tanto sucesso, que a história de seu pseudônimo foi revelada e ele
voltou ao SBT. Seu sucesso maior, porém, veio a seguir, quando ele foi
para a Rede Globo de Televisão e fez uma sequëncia de grandes novelas.
Isso aconteceu em 2000. Ele assinou:"O Cravo e a Rosa"; "Brava Gente';
"A Padroeira";; "Esperança";"Chocolate com Pimenta"; "Alma Gêmea"; e "O
Profeta". ( 2006-2007) Todas marcaram seu estilo leve, engraçado, bem
brasileiro e que atinge profundamente o coração do povo. Walcyr
Carrasco escreve crônicas para a Revisa Veja São Paulo. E tem vários
livros publicados, sendo o último;"Senhora das Velas". Ele é um
principais autores de novelas, no cenário artístico atual.
Júlio Verne
Júlio Verne escreveu obras de aventura e ficção científica que influenciaram gerações como "Cinco Semanas em um Balão" (1863), "Viagem ao Centro da Terra" (1864), "Da Terra à Lua" (1865), "Vinte Mil Léguas Submarinas" (1869) e "A Volta ao Mundo em 80 Dias" (1872).
Foi um dos primeiros escritores a praticar uma literatura na linha da moderna ficção científica. Verne previu, entre outros inúmeros inventos, a televisão; o helicóptero; o cinema falado; a iluminação a néon; o ar condicionado; os arranha-céus; os mísseis teleguiados; os tanques de guerra; os veículos anfíbios; o avião; a caça submarina; o aproveitamento da luz e da água do mar para gerar energia; o uso de gases como armas químicas.
Jules Gabriel Verne Allotte começou sua carreira literária após seu pai, Pierre Verne, desiludir-se com a sua trajetória de advogado. Tentou ingressar no teatro e escrever poemas e peças, e também tentou a sorte com a música, sem êxito. Em 1848 compôs, com Michel Carré, dois libretos para operetas, e, em 1850, uma comédia em verso, em parceria com Alexandre Dumas Filho. Só descobriu seu verdadeiro gênero literário ao escrever algumas narrativas de viagens.
Seu primeiro grande sucesso, "Cinco Semanas em um Balão", foi recusado por quinze editoras, que não viam no livro mais que uma tentativa frustrada de predizer o futuro. Até que, apresentado por Alexandre Dumas Filho, Verne conheceu Pierre Jules Hetzel, o editor mais influente de Paris, que lhe propôs escrever mais de um livro por ano. O sucesso foi gigantesco. Júlio Verne foi um dos mais imaginativos e populares escritores de todos os tempos.
Foi influenciado por Jonathan Swift, com seu livro "Viagens de Gulliver", por Daniel Defoe e seu "Robinson Crusoé", e ainda por Edgar Allan Poe e sua obra macabra. Júlio Verne sabia captar o que agradava aos leitores de todas as idades, conseguindo mantê-los atentos e curiosos. Sua atualidade ainda se mantém, assim como sua popularidade. Seus livros figuram entre as obras mais conhecidas e apreciadas do mundo. Verne nunca viajou muito, fez apenas algumas curtas viagens no seu iate Saint-Michel, uma viagem de navio aos Estados Unidos e rápidas visitas à Inglaterra, à Escócia e a outras localidades; contudo percorreu o mundo em seus livros, da África ao do Pólo Norte, do centro da terra ao espaço sideral.
Foi um dos primeiros escritores a praticar uma literatura na linha da moderna ficção científica. Verne previu, entre outros inúmeros inventos, a televisão; o helicóptero; o cinema falado; a iluminação a néon; o ar condicionado; os arranha-céus; os mísseis teleguiados; os tanques de guerra; os veículos anfíbios; o avião; a caça submarina; o aproveitamento da luz e da água do mar para gerar energia; o uso de gases como armas químicas.
Jules Gabriel Verne Allotte começou sua carreira literária após seu pai, Pierre Verne, desiludir-se com a sua trajetória de advogado. Tentou ingressar no teatro e escrever poemas e peças, e também tentou a sorte com a música, sem êxito. Em 1848 compôs, com Michel Carré, dois libretos para operetas, e, em 1850, uma comédia em verso, em parceria com Alexandre Dumas Filho. Só descobriu seu verdadeiro gênero literário ao escrever algumas narrativas de viagens.
Seu primeiro grande sucesso, "Cinco Semanas em um Balão", foi recusado por quinze editoras, que não viam no livro mais que uma tentativa frustrada de predizer o futuro. Até que, apresentado por Alexandre Dumas Filho, Verne conheceu Pierre Jules Hetzel, o editor mais influente de Paris, que lhe propôs escrever mais de um livro por ano. O sucesso foi gigantesco. Júlio Verne foi um dos mais imaginativos e populares escritores de todos os tempos.
Foi influenciado por Jonathan Swift, com seu livro "Viagens de Gulliver", por Daniel Defoe e seu "Robinson Crusoé", e ainda por Edgar Allan Poe e sua obra macabra. Júlio Verne sabia captar o que agradava aos leitores de todas as idades, conseguindo mantê-los atentos e curiosos. Sua atualidade ainda se mantém, assim como sua popularidade. Seus livros figuram entre as obras mais conhecidas e apreciadas do mundo. Verne nunca viajou muito, fez apenas algumas curtas viagens no seu iate Saint-Michel, uma viagem de navio aos Estados Unidos e rápidas visitas à Inglaterra, à Escócia e a outras localidades; contudo percorreu o mundo em seus livros, da África ao do Pólo Norte, do centro da terra ao espaço sideral.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Luís da Câmara Cascudo
Luís da Câmara Cascudo nasceu no dia 30 de Dezembro de 1898 e morreu no dia 30 de julho de 1986
Escritor e folclorista potiguar era um dos mais importantes pesquisadores das raízes étnicas do Brasil e autor do Dicionário do Folclore Brasileiro (1954), a primeira reunião sistemática e crítica do acervo folclórico brasileiro. Começou a trabalhar no jornal do pai, A Imprensa, em Natal.
Entrou para a faculdade de medicina na Bahia, mas é obrigado a abandonar a escola por falta de dinheiro.
Em 1928 formou-se pela Faculdade de Direito do Recife e, no mesmo ano, conclui o curso de etnografia na Faculdade de Filosofia do Rio Grande do Norte.
Dedicava-se a escrever a história da cidade de Natal e a estudos nas áreas de folclore, etnografia, crítica literária e história.
Cruzou o folclore com a literatura pesquisando a influência de Dante Alighieri, de Don Quixote, de Miguel de Cervantes, e da literatura oral francesa na tradição popular do Brasil.
Produziu, em 1951, um importante trabalho sobre a ocupação holandesa no Rio Grande do Norte.
Em sua vasta obra destacam-se Antologia do Folclore Brasileiro (1944), Superstições e Costumes (1958) e Coisas Que o Povo Diz (1968).
Em sua vasta obra destacam-se Antologia do Folclore Brasileiro (1944), Superstições e Costumes (1958) e Coisas Que o Povo Diz (1968).
Ruth Rocha
Ruth Machado Louzada Rocha nasceu na capital paulista no dia 2 de Março de 1931 em uma família de classe média. Formou-se na Escola de Sociologia e Política de São Paulo em 1953 e começou a trabalhar como orientadora educacional no Colégio Rio Branco.
Em 1965 escreveu artigos sobre educação para a revista Claudia. Dois anos depois assumiu a orientação pedagógica da revista Recreio, na qual publicou seu primeiro conto, Romeu e Julieta, em 1969. Deixou a Editora Abril no mesmo ano e iniciou prolífera produção literária, inspirada na filha, Mariana.
Marcelo, Marmelo, Martelo (1976) que vendeu 1 milhão de exemplares.
Marcelo, Marmelo, Martelo (1976) que vendeu 1 milhão de exemplares.
De 1973 a 1981, voltou a dirigir publicações infantis da Editora Abril, participou das coleções Conte um Conto, Beija-Flor e Histórias de Recreio e lança O Reizinho Mandão (1978).
Em 1989 foi escolhida pela ONU (Organização das Nações Unidas) para assinar a versão infantil da Declaração Universal dos Direitos Humanos, intitulada Iguais e Livres, publicada em nove línguas.
Em 1995 lançou o Dicionário Ruth Rocha. É autora da série didática Escrever e Criar... É Só Começar, prêmio Jabuti de melhor obra didática em 1997.
Em 1999 finalizou a versão infanto-juvenil de Odisséia, de Homero.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
José
E
agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio –
e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra
quarta-feira, 28 de março de 2012
Caso de Secretária
Era seu aniversário
Nem um parabéns ganhou
Ninguem olhou o calendário
Todo mundo o negou
Chegou com raiva no escritório
Mas um abraço ele ganhou
Com um sorriso satisfatório
Além disso duas flores
Tudo isso da secretária
Que lembrou do seus valores
Foi convidado para um jantar
Aceitou rapidinho
Sem nem pensar
Todo empolgadinho
Passaram no apartamento
Ela foi se trocar
E ele em aquecimento
Em quinze minutos iria entrar
Já foi imaginando
A noite que teria
O tempo passou e ele foi entrando
Quase nú
Um susto leva
Mulher e filhos
Cantando parabéns
Era uma festa surpresa
Nem um parabéns ganhou
Ninguem olhou o calendário
Todo mundo o negou
Chegou com raiva no escritório
Mas um abraço ele ganhou
Com um sorriso satisfatório
Além disso duas flores
Tudo isso da secretária
Que lembrou do seus valores
Foi convidado para um jantar
Aceitou rapidinho
Sem nem pensar
Todo empolgadinho
Passaram no apartamento
Ela foi se trocar
E ele em aquecimento
Em quinze minutos iria entrar
Já foi imaginando
A noite que teria
O tempo passou e ele foi entrando
Quase nú
Um susto leva
Mulher e filhos
Cantando parabéns
Era uma festa surpresa
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